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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

FERRO FUNDIDO


Os metais e outros elementos, quando misturados entre si no estado líquido em proporções convenientes, resultam num novo material denominado liga metálica. Estas podem ser de dois tipos: ligas metálicas ferrosas e ligas metálicas não ferrosas.

A gusa ou ferro fundido de primeira fusão é uma liga ferro-carbónica, ou seja uma liga ferrosa constituída por ferro e carbono.

O mineral de ferro (Magnetite, hematite, limonita), obtido por extracção pode conter uma proporção de ferro que vai até 65%, mineral que é uma substância inorgânica que se encontra no interior da terra ou à superfície.

Podemos encontrar na nossa indústria vários tipos de ferro fundido;
- Ferro fundido cinzento
- Ferro Fundido Branco
- Ferro fundido nodular
- Ferro fundido maleável
- Ferro fundido austemperado


De entre todos este tipos de ferros fundidos, o cinzento é o mais comum, devido às suas características como baixo custo (em geral é fabricado a partir de sucata); elevada usinabilidade, devida à presença de grafite livre em sua microestrutura; Alta fluidez na fundição, permitindo a fundição de peças com paredes finas, complexas; e facilidade de fabricação, já que não exige equipamentos complexos para controle de fusão e solidificação.

Este tipo de material é utilizado em larga escala pela indústria de máquinas e equipamentos, indústria automobilística, ferroviária, naval e outras. A presença de veios de grafite em sua microestrutura proporciona diversas características que tornam do ferro fundido cinzento quase que insubstituível na fabricação de carcaças de motores e bases de equipamentos. A grafite, entrecortando a matriz metálica, absorve vibrações, facilita a usinagem e confere ao ferro fundido uma melhor estabilidade dimensional.

Existem diversas classes de ferro fundido cinzento, com diferentes tipos, tamanhos e quantidades de grafite e diferentes tipos de matriz metálica (variações nos teores de perlita e ferrita). Podem ser submetidos a tratamentos térmicos para endurecimento localizado, porém, em geral, são utilizados nos estados normalizado ou recozido.

É este um dos maiores desafios para o soldador de manutenção é a soldagem do ferro fundido, este material com um elevado teor de carbono, cerca de 2,5 a 5% de carbono, este tipo de material também muitas vezes encontra-se em mau estado de conservação.
Normalmente é utilizado o electrodo à base de níquel, a soldadura deve ser feitas com cordões curtos, alternados e martelados, para não provocar aquecimento na peça a soldar.

domingo, 25 de outubro de 2009

TRESPA METEON VS FENÓLICO


TRESPA METEON

Trespa Meteon é uma placa plana, com uma ampla gama de cores, efeitos e texturas, produzida à base de resinas termoendurecidas, homogeneamente reforçadas com fibras de madeira, é fabricada só alta pressão e temperaturas elevadas, utilizando uma tecnologia patenteada (EBC). As placas têm uma superfície decorativa e são utilizadas para diversos revestimentos de fachadas, tanto no interior como no exterior, adaptando-se perfeitamente a cada tipo de utilidade que o construtor ou técnico pretenda utilizar.

Este tipo de placas oferece uma visão de futuro, proporcionando um fonte inesgotável de ideias, e utilização de variadíssimas técnicas.

PLACAS FENÓLICAS


Os compostos fenólicos são substâncias naturais a partir das quais se pode produzir resina plástica de alta resistência. Existem inúmeras aplicações deste material quer ao nível de revestimentos, quer ao nível de compartimentação.

O fenólico apresenta as seguintes características:

* A estabilidade de um painel auto-portante;
* Economia de tempo na preparação e montagem;
* A durabilidade de um revestimento altamente resistente;
* Resistência à humidade e às limpezas frequentes;
* Resistência aos agentes químicos.


No que diz respeito à área de revestimentos, o fenólico pode ser utilizado para proteger paredes e colunas/pilares em lugares públicos ou com muito tráfego humano.

Em termos de compartimentação, o fenólico apresenta várias potencialidades. Por ser um material cuja superfície se torna resistente e autoportante, o fenólico adapta-se bem às restrições dos trabalhos de compartimentação de zonas comuns ou de sanitários. É frequentemente instalado em cabines, cacifos e vestiários, integrando-se e adaptando-se na perfeição aos locais húmidos.

O fenólico permite também ser utilizado em sinalética, trabalhando o material no seu interior.

Entre outras, podem contar-se as seguintes aplicações:

* Cabines de duche, WC ou cabines de provas;
* Separações sanitárias;
* Cacifos e vestiários;
* Bancos para ginásios;
* Zonas de embarque;
* Tampos de secretária;
* Portas.
Trespa Meteon é um tipo de placa extremamente resistente às intempéries, oferecendo uma grande resistência a todo o tipo problemas que possam advir da sua utilização no exterior. Este tipo de placas permite uma grande variação de temperaturas desde -20º a +80º, não afectando a construção ou aspecto visual da placa, por outro lado, obedece a um rigoroso sistema de controlo com certificado de aprovação, sendo uma excelente escolha para uma utilização, com pouco trabalho, quer na montagem quer na limpeza e manutenção, sendo assim uma excelente escolha para todo o tipo de edifício a longo prazo.

Uma boa razão para a aplicação deste tipo de material deve-se à sua vida útil, cerca de 50 anos, e ao seu baixo custo de manutenção, apenas uma limpeza esporádica com produtos suaves, água e detergentes, inclusive os graffitis são facilmente removidos deste tipo de placa. No que trata á sua aquisição também não se pode dizer que seja muito dispendioso, dado as vantagens anteriormente referidas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

AÇO CORTEN


Os arquitectos e os escultores andam entusiasmadíssimos com o aço — Aço Patinável ou Aclimatáveis, também conhecido por; "cortene", "corten", "COR-TEN®"?.

"USS COR-TEN" é uma marca registrada da United States Steel Corporation, uma das maiores produtoras de aço do mundo, sediada em Pittsburgh – PA, para seu aço estrutural de elevada resistência à corrosão atmosférica. Outras empresas também fabricam aços equivalentes, mas não podem usar a denominação, que é patenteada.

Bem, trata-se na verdade de uma marca, COR-TEN®. Com o uso tão comum deste material actualmente, ocorreu, como acontece com tantos outros nomes próprios, um fenómeno de derivação imprópria, pelo que alguns passaram a escrever "corten", outros "cortene" e outros ainda "cor-ten", este último o menos utilizado.

O aço Corten contém um alto teor de cobre, cromo e níquel, que lhe proporciona a característica cor avermelhada, como se estivesse enferrujado, mas na realidade funciona como camada protectora contra a corrosão sendo em média 3 vezes mais resistente à corrosão que o aço comum.

Os aços patináveis, quando expostos à atmosfera, iniciam a formação de uma camada de óxido compacta e aderente – a pátina – que funciona como barreira de protecção retardando a velocidade da corrosão. Os produtos da corrosão então formados são mais homogéneos, compactos, favorecendo a protecção.

Alguns aspectos relevantes ao desenvolvimento desta pátina protectora:
- A camada protectora, bem formada, só é conseguida em condições de humidade (chuva e humidade) e secagem (sol e vento);
- O tempo de formação varia em função da atmosfera local, levando de 2 a 3 anos. Após esse período ela adquire uma coloração "marrom" avermelhada;
- Locais de retenção de humidade ou partes submersas não desenvolvem a mesma protecção, pois não estão expostos à atmosfera e à luz solar;
- Locais submetidos a lavagens acentuadas e constantes, tais como zonas marítimas, não apresentam eficiência superior ao aço comum, já que a lavagem remove a pátina;
- As regiões não expostas às intempéries naturais, tais como juntas de expansão, articulações, soldas e regiões sobrepostas, apresentam comportamento crítico devendo ser cuidadosamente planejadas e tratadas.

GRAU ALTERNATIVOCOR-TEN® A
COR-TEN® B
O grau alternativo Corten A possui na sua liga um maior conteúdo em fósforo, a fim de proporcionar a esse grau uma maior resistência à corrosão atmosférica. Dessa forma esse aço é mais apropriado para aplicações onde a resistência á corrosão é mais importante que a facilidade de processamento.
O grau Corten B pode ser processado tão facilmente quanto um aço estrutural convencional.

OBS: Preço não têm a ver com a resistência é de (+/-) 4€/Kg, o aço normal está em (+/-) 0.65€/kg

sábado, 28 de março de 2009

SERRALHARIA - DICAS E SUGESTÕES












Neste tipo de trabalho (ferro) existe uma grande variedade e uma grande liberdade para efectuar os trabalhos solicitados no dia-a-dia, existem diversas "escolas", diversos mestres, variadíssimas zonas de influências deste e daquele trabalho, e também um evoluir de geração para geração, quer no material usado, quer no modo com se executa.

À partida pode olhar-se para um determinado trabalho e até parece muito perfeito, mas pode estar por ali um número indeterminado de problemas "Aldrabices".
Qualquer trabalho, seja desta arte ou de outra, deve primar pelo bom gosto, sair o mais perfeito possível de uma forma harmoniosa. Neste capítulo podemos dar vários exemplos, mas o que me desgosta mais é ver um portão de correr á "meia canela", ou seja muita folga por baixo, evitando o trabalho de embutir as rodas no tubo inferior do portão. (Conclusão, menos material, menos tempo, logo menos €'s)


ESTRUTURAS EM TUBO



No caso do material, podemos começar pela estrutura, neste caso tem a ver com a espessura da parede, a medida exterior, o tipo de tubo utilizado (Redondo, Quadrado, Rectangular) e também o seu tratamento. O material galvanizado aumenta significativamente o tempo de vida do trabalho, devendo-se proteger as soldaduras com spray "galvanização a frio", para que essas zonas não venham a oxidar com facilidade.
No caso do tubo não ser galvanizado deve ter-se muita atenção para que a água não entre no interior do tubo, ficando lá armazenada provocando a oxidação do tubo de dentro para fora, mesmo que bem protegida a estrutura por fora com um bom aparelho e tinta de esmalte, este tubo acaba sempre por (oxidar)"apodrecer". São várias as situações que podem levar à entrada de humidade para dentro do tubo; Poros que ficam durante a soldadura, "carepa" que acaba por cair com o tempo, no caso de soldadura por eléctrodo revestido; fixação da chapa com rebites de pressão em alumínio ,que com o tempo acabam por ir alargando; Colocação de fechos ou fechadura com parafusos para o interior do tubo; ou seja, deve ser evitado tudo o que potencie a entrada de humidade para dentro da estrutura. O exterior deste tubo pode ainda ser protegido com um tratamento de decapagem e metalização (Ver artigos "Decapagem, Metalização).


ESTRUTURAS EM FERRO DIVERSAS (GRADEAMENTOS)



Nos gradeamentos por norma, utiliza-se uma grande diversidade de material; Tubos diversos, Ferros redondos, quadrados, barras de diversas medidas, etc. Para este tipo de trabalho não encontramos muito material já galvanizado, então só depois do trabalho executado leva-se a uma decapagem seguida de metalização. Para que a metalização resulte em pleno deve-se evitar grandes espaços onde encostamos "ferro com ferro", porque nesse local a metalização não chega ao seu interior. O mais eficaz é a soldadura geral de toda a zona envolvente, ou seja, isolamento total da zona interior, caso não seja possível deve-se soldar a parte superior, para que a água possa correr sem se infiltrar entre os dois ferro não protegidos.


COBERTURAS EM CHAPA/FACHADAS



No caso da cobertura, existe uma grande diversidade de chapas a utilizar, mas o mais importante será a sua espessura, potenciando uma maior resistência á estrutura. A utilização de chapas quinadas leva sempre a utilizar uma chapa de menor espessura uma vez que a quinagem dá uma maior resistência (aparente) á chapa, dando a ideia errada de que parece mais forte. No caso de chapa lisa, tem que se aplicar-se uma maior espessura, para que o painel fique direito, sem ondulações, ou então dar uma ligeira quinagem, fazendo tipo almofada ficando com uma
maior resistência (aparente claro).



Ultimamente tem-se aplicado muito a chapa lacada, fica com um acabamento melhor, fugindo-se assim a uma posterior pintura que em muitos casos e com o tempo a tinta acaba sempre por cair. Como "não há bela sem senão" fazer um estrutura com chapa lacada precisa sempre de um maior cuidado, uma vez que a chapa já está previamente pintada e qualquer risco deixa o trabalho com uma imperfeição difícil de reparar.
No meu ponto de visto continuo a preferir chapa galvanizada normal, com uma pintura com tinta própria para galvanizados, aplicando directamente a cor pretendida, ou aplicando um bom aparelho especial para galvanizados e depois um bom esmalte.
Muitos são os casos que aplicaram esta tinta e a tinta acabou por sair, neste caso alguma coisa falhou, para que isto não aconteça deve fazer-se o seguinte:
- Lavagem geral da chapa com detergente para retirar toda a gordura;
- Um passagem com lixa fina para quebrar o brilho;
- Uma passagem com diluente celuloso para limpeza de acabamento e acabar de tirar o brilho.



Depois deste trabalho deve ser aplicado aparelho próprio para galvanizados, uma camada muito superficial, e aplicar o esmalte, ou então aplicar uma tinta já com cor definida também própria para galvanizados.
Estas tintas têm diversos nomes dependendo da marca a utilizar.



Nota: Não é por aplicar uma grande altura de tinta que o material vai ficar mais protegido, e no caso de a zona ficar muito exposto ao sol a tinta acaba por saltar mais facilmente. Deve ser aplicado uma camada fina de aparelho e uma camada fina de esmalte. Numa segunda pintura deve-se dar uma "lixadela" para continuar com uma camada fina. Em futuras pinturas, quando já existir uma maior camada de tinta, deve-se remover a tinta na totalidade e voltar a fazer tudo de novo, Lavagem etc, etc.
No caso de não ser galvanizado pode-se aplicar uma camada de aparelho e tinta numa quantidade maior.

sábado, 21 de junho de 2008

DOBRADIÇAS - OLHAIS


Muita coisa se pode falar sobre dobradiças, que podem ser empregues em várias situações e diverso material. Neste caso em particular vamos falar de Dobradiças (Olhais), para Serralharia Civil com aplicações em ferro.

No caso dos olhais propriamente ditos podemos encontrar: Torneados, ou em Barra Enrolada, os primeiros mais justos e perfeitos, os segundos têm uma face aberta e não são tão perfeitos.

Também podemos encontrar dobradiças basculante com aplicação em baixo ou lateral.

Dobradiças Reguláveis, têm a grande vantagem de no final do portão ou porta estar aplicada, pode ser ajustado as folgas para um melhor funcionamento do portão.

Pivot Inferior e Superior, estas dobradiças são indicada para portões de maior dimensão, ou mesmo muito pesados.

Vantagens e Desvantagens:

As dobradiças tipo "Olhal", têm um custo muito inferior ás outras, mas facilmente se danificam devido á corrosão.

As Reguláveis, são mais dispendiosas, mas permitem uma boa afinação dos portões, apresentam alguma dificuldade no assentamento em portões demasiado pesados.

As tipo Pivot, são também bastante dispendiosas, indicadas para portões pesados, mas como o pivot inferior em montado no chão, permite acumulação de humidades e sujidades que podem danificar o pivot inferior.


terça-feira, 13 de maio de 2008

BUCHAS - FIXAÇÃO


BUCHAS
Hoje em dia o consumidor encontra no mercado uma grande variedade de buchas e seus derivados.
Existem buchas de "Nylon", "Plástico", "Metálicas", "químicas ou (Resina)", Pressão por explosivos e Pregos diversos, sendo estes dois últimos pouco aplicados no caso da Serralharia.

No primeiro caso buchas Nylon (polyamida), proporciona melhor qualidade, maior durabilidade e resistência á extracção.
No caso do Plástico (Polietileno), feito de material reciclado, não oferece grande durabilidade nem resistência indispensável para a segurança da aplicação do produto.

Normalmente as buchas de boa qualidade para fixação têm a sua medida impressa na base do produto, por sua vez essa medida corresponde à medida da broca a utilizar.

MAIOR SUSTENTAÇÃO
A capacidade máxima de sustentação das buchas de expansão de nylon é conseguida se for extraído o pó do orifício e utilizando parafusos de maior diâmetro possível e que ultrapassem a ponta da bucha.
As linguetas impedem que a bucha gire com o parafuso dentro da perfuração cirando atrito quando se aperta o parafuso.
As duas metades longitudinais da bucha reforçam a sua secção em direcção á ponta, para que a pressão aumente com a profundidade da bucha.

BUCHAS METÁLICAS:Buchas Zamak - são buchas de (Zinco e Alumínio), material não corrosivo, de enorme expansão. aconselhado para: betão, alvenaria rebocada, tijolo maciço, ou tijolo furado, entre outros.

Buchas em Ferro Zincado - especialmente concebida para diversas fixações de cargas leves e ligeiras a usar em todos os materiais de construção.

Bucha Metálica de Cone Interior - para expansão controlada a pouca profundidade na colocação reduz a possibilidade de encontrar o ferro no betão. Bucha de rosca interior e de fácil colocação indicada para fixações de cargas ligeiras e médias em betão.

Bucha de Aço - fabricada em aço concebida e indicada para fixações resistentes em materiais como o tijolo maciço, tijolo furado ou rebocado, alvenaria de betão, etc.

Bucha Metálica Expansiva - Adequados para, placas de gesso com fibras, madeira aglomerada, placas de fibras aglomeradas, placas maciças de lã vegetal, placas de fibras prensadas, chapa em arco, tecto de gesso etc.


Buchas Pré-montadas com Parafuso Rosca Métrica - próprias para divisórias e placas de gesso.

Bucha Metálica Roscada Exteriormente - e apropriada para fixações em série e seguras. É uma bucha económica e que se aplica directamente ao betão através do furo da peça a fixar.
BUCHA QUÍMICA:
Actualmente é um tipo de bucha muito utilizado, dado a facilidade de utilização em quase todas as situações.
Composição deste tipo de bucha; "resina", que se mistura com o secante, que permite uma secagem bastante rápida.
Os utensílios a utilizar; pistola própria, (mais resistente), embalagem de Resina, bico misturador, camisas especiais para aplicação no tijolo furado, "soprador" para limpeza do buraco a utilizar pela pasta já misturada e peça ou varão roscado a introduzir na resina.
Brocas:
Como escolher e usar ! As brocas A ferramenta chamada broca é uma haste metálica confeccionada em metal duro, composto de canais helicoidais que facilitam a saída de material erodido ou usinado do gume de corte para fora do furo, semelhante a um parafuso .
A broca penetra no metal ou outro material deixando um furo redondo e de dimensões precisas.
D i c a s- As berbequins são muito barulhentos e geram muito pó. Quando a usá-los, procure, utilizar protectores para os ouvidos e olhos.
- Colocar a boca de um aspirador junto ao local da perfuração ajuda muito a evitar que se espalhe pó pelo ambiente.
- Se você estiver furando e o aparelho travar, pare imediatamente.
- Caso tenha um berbequim que possibilite regular a velocidade, seleccione entre 2.000 e 2.500 RPM para furar madeira.
- Quando furar um metal, a velocidade deve ser mais baixa (800 a900 RPM).
- Para evitar o aquecimento excessivo da broca, jogue sempre uma gota de óleo lubrificante na abertura do furo.
- Se você furar um elemento oco, como um tubo, a broca pode partir quando tocar na segunda parede. Por isso, coloque um elástico de borracha no suporte da broca para evitar que ela atinja uma grande profundidade.


Qual Broca escolher ?
Para os iniciantes, as brocas fornecidas com a berbequins na compra são mais do que suficientes. Porém, elas devem ser substituídas quando se desgastam ou partem. As brocas especiais para furar madeira têm três pontas. Existem ainda brocas próprias para furar tijolos, concreto e vidro. As brocas helicoidais de aço são úteis para trabalhos difíceis com metal.

DIVERSOS:
Existem ainda outros tipos de fixadores como por exemplos, equipamentos de tiro a Gaz, ou tiro a pólvora, estes dois casos são mais utilizados por técnicos de electricidade para fixar os diversos cabos eléctricos no betão ou em vigas de ferro.

sábado, 26 de abril de 2008

GALVANIZAÇÃO

GALVANIZAÇÃO

A Galvanização por imersão a quente é dos tratamentos superficiais mais eficazes. A camada de protecção dura dezenas de anos sem necessitar de qualquer tipo de manutenção.
A Galvanização a quente, como o próprio nome diz, é um processo onde a peça devidamente preparada é submetida a um banho de zinco com aproximadamente 450º centigrados e este funde-se no metal ocasionando uma reação metalúrgica/química resistente solidária ao metal base.
A cobertura varia em funçaõ das diferentes espessuras das chapas de aço. A protecção por galvanização a quente oferece melhor protecção, maior durabilidade e menor custo.
A imersão propicia um revestimento na totalidade do produto interna e externa (cantos vivos, fendas e bordas de furos) com um revestimento uniforme.
O periodo normal de imersão é de um minuto ou dois, mas é mais prolongado para peças maiores. Um maior tempo no banho não originará mais nenhuma troca de iões entre materiais, empastando apenas zinco em cima de zinco. Neste caso estamos perante um material que ficará com um péssimo acabamento, sem acréscimo de protecção e neste caso de fraca qualidade.

terça-feira, 25 de março de 2008

METALIZAÇÃO



METALIZAÇÃO


Metalização é o tratamento das superfícies metálicas por uma película de zinco.

Esta projecção é feita a quente em espaço fechado utilizando equipamento para o efeito, por forma a ter uma distribuição homogénea da película.

A metalização por Aspersão Térmica é obtida através da projecção de micro-partículas de um determinado material, com altíssimo impacto sobre a peça, associando-se alta velocidade de ar-comprimido, temperatura e chama, com força de aderência ao material base, formando, desde camadas muito finas (0,05mm), até espessuras maiores (10mm).

O principal material aplicável é o Zinco.

O processo de metalização oferece as mais variadas possibilidades de revestimentos e opções de materiais que, por consequência oferece inúmeras soluções técnicas de engenharia e características, tais como: Protecção à corrosão, Alta dureza, Alta resistência ao desgaste, Resistência a elevadas temperaturas.

DECAPAGEM

DECAPAGEM

Decapagem é o processo, que tem como principio, a remoção de impurezas inorgânicas do ferro, entre essas impurezas destacamos a carepa, camadas de ferrugem, ou vestígios de tinta.
Este processo pode ser feito de diversas maneiras entre elas: o Jacto de Areia, ou o Jacto Abrasivo, ou de Granalha.

Esta técnica realiza-se numas cabinas nas quais um operário, devidamente equipado, utiliza uns compressores que projectam partículas metálicas ou de areia, consoante a peça a tratar.


A qualidade final da decapagem depende da distância na aplicação, que pode ser alterada, aproximando ou afastando da peça a decapar. A esferas em aço são muito mais eficientes do que a areia, embora no primeiro caso o processo fica um pouco mais dispendioso.